Sunday, 4 October 2009

A cultura da Exigência




A cultura da Exigência induz ao progresso e é uma premissa da evolução da Humanidade.

Ser Exigente é assim uma atitude moderna e progressista, da qual só pode resultar benefícios sociais e políticos.A exigência para connosco próprios e a exigência para quem assume a responsabilidade de nos representar, é assim a postura mais consistente como garantia da qualidade no exercício de qualquer função cívica.A discordância e a crítica, ficam despidas de qualquer sentido e significado, senão forem associadas a uma postura de cada um ou de cada organização colectiva, pela afirmação inequívoca da razoabilidade, desta nossa postura de Exigência.Esta razoabilidade, depende sempre da seriedade dos argumentos e do exemplo de empenhamento, de quem produz a crítica ou faz a proposta alternativa.O MOVIMENTO MONÁRQUICO DO RIBATEJO, não assume nenhuma postura crítica, nem faz qualquer proposta de alteração, substituição ou reorganização, do que está estabelecido como Orgânica Oficial da Causa Real nem do Movimento Monárquico português. Todos seremos úteis e insuficientes, mesmo que muito empenhados e muito determinados.O MOVIMENTO MONÁRQUICO DO RIBATEJO, assume como principal objectivo a promoção desta cultura de EXIGÊNCIA, através de acções que contribuam para a consolidação de uma “ massa crítica” de monárquicos, consciente e consistente.D. Duarte Pio de Bragança, é o único e legítimo Rei de Portugal. Ele é o nosso único candidato à chefia do Estado, após a restauração do Regime Monárquico em Portugal.Para o Movimento Monárquico a questão da sucessão não existe e está perfeitamente clarificada. Para o Movimento Monárquico do Ribatejo também não existe, nem existirá qualquer questão da representatividade monárquica e respeitaremos sempre os compromissos assumidos por D. Duarte Pio de Bragança. Reconhecemos assim, a representatividade e responsabilidades da Causa Real e das Reais Associações nela integradas.Respeitamos e colaboramos com todos, também com as outras organizações e Instituições, no objectivo da restauração da Monarquia e em acções que possam contribuir para esse objectivo.
O OBJECTIVO DO MOVIMENO MONÁRQUICO DO RIBATEJO, É A RESTAURAÇÂO DO REGIME MONÁRQUICO.

Os meios que utilizará para contribuir para esse objectivo, são :

- Encontro, aproximação e afirmação dos monárquicos.

- Debate entre os monárquicos e consensualização de propostas de natureza estratégica ou organizacional.

- Divulgação do ideário monárquico. Estímulo do sentimento monárquico natural, no povo português.

- Colaboração em todas as acções que contribuam para o Objectivo e para uma maior operacionalidade e dinâmica dos monárquicos.

- Incentivo à constituição de Movimentos semelhantes, pelo apoio às suas acções, como forma essencial e determinante, de motivação popular, para sustentação de uma dinâmica credível e objectiva, conducente à Restauração do Regime Monárquico.

- Realizar iniciativas de estímulo do sentimento monárquico e que permitam uma cada vez maior aproximação, de D. Duarte e da Família Real, ao povo e aos seus corações.


“ Contribuir para:

ACREDITAR…

Que a causa da Restauração do Regime Monárquico é não apenas viável, mas a mais desejável e terá de ser a mais desejada.
Que o Regime Monárquico, é o que politicamente mais se adapta á nossa tradição histórica e à identidade do povo português.
Que o Regime Monárquico, é o que melhor garante a democracia politica e a liberdades individuais.
Que o Regime Monárquico é o que abre todas as portas, para a Ideia Nova, para todas as verdadeiras potencialidades portuguesas, para novos desígnios e oportunidades.
Que o Regime Monárquico é a única forma de preservar, no futuro, uma Nação com mais de oito séculos de história.
Que o Regime Monárquico é o único que poderá garantir a unidade de um povo, a sua identidade e uma motivação colectiva permanente e consistente.
Que o Regime Monárquico é o único que garante a independência do Chefe de Estado e a estabilidade institucional permanente, num regime pluripartidário e numa sociedade dinâmica e moderna."

MOVIMENTO MONÁRQUICO DO RIBATEJO
Por Jose Andrade
http://desafiodealmeirim.blogspot.com
http://desafiodemudanca.blogspot.com/
D. Duarte Pio
diz que casos como o das escutas não sucedem nas monarquias
25.09.2009 - 07h53 Lusa

O Duque de Bragança, Dom Duarte Pio
afirmou que casos políticos como o das
escutas" não sucedem nas monarquias,
com isso evitando a "instabilidade e
falta de confiança" nas instituições que
existe actualmente em Portugal.
A um ano do centenário da implantação da República em Portugal,
D. Duarte sustenta: "Se observarmos as monarquias actuais, não encontro casos deste género.

De um modo geral os governos nas monarquias têm o máximo cuidado em evitar fragilizar a própria chefia de Estado. Há uma grande cumplicidade" entre ambos, nota.
Segundo o pretendente ao trono português, "a grande preocupação dos governos é não fragilizar a instituição Real que simboliza o país e tem de ser preservada a todo o custo".
É por isso que "os assuntos acabam por não ter consequência para a estabilidade do país", referiu o Duque de Bragança. O "caso das escutas", assinala o Duque, cria "instabilidade e falta de confiança" dos portugueses nas instituições, o que constitui um "perigoso inconveniente" para a coesão do país. No que refere ao papel de Cavaco Silva no alegado "caso das escutas", Dom Duarte Pio defende que os portugueses devem confiar no papel do Presidente da República e "acreditar" que Cavaco Silva "está de toda a boa-fé" a tentar que o assunto "não cause problemas políticos" no período pré-eleitoral. "Acho que é muito inconveniente e muito grave lançar suspeitas sobre a Presidência da República. As instituições têm de estar acima destas suspeitas, sobretudo a chefia de Estado", sublinhou o pretendente ao trono de Portugal.


Dom Duarte Pio defende também uma investigação conduzida "pelas instituições apropriadas para o fazer" sobre todas as questões de alegadas escutas. Todavia, assinala, "como o Presidente da República disse que depois das eleições iria dizer tudo o que sabe, o melhor é esperar e aguardar por essa explicação". Para o pretendente ao trono, das eleições de domingo deve surgir um "consenso nacional" entre os principais partidos, "de esquerda e direita", para resolver "o problema de base" que levou "à actual situação" em Portugal.
"Há momentos em que, muito mais importante do que quem fica com o poder, é o que é que se pode fazer para repor Portugal no bom caminho da recuperação económica, moral, ética", concretiza Dom Duarte Pio.

Em Público,
D. Duarte III, Rei de Portugal


Perguntaram um dia a D. Duarte se tinha sido educado para ser rei.
Ele respondeu: “Fui educado para ser português.”

Manuel Alegre

Que aprendamos com sua Alteza Real D. Duarte a virtude de sermos portugueses, para com Amor á Pátria restaurar o sentimento Patriótico e Monarquico a toda uma nação, herança dada por D. Afonso Henriques.

Viva Portugal! Viva o Rei!

Patricia Vieira
Jose Andrade
Alfonsíada: Poema Heroíco da Fundação da Monarquia Portuguesa





Canto o Varao magnanimo, e constante,
que com valor, e esforço mais que humano,
Prudência sã, politica prestante
Deu a existência ao Trono Lusitano;
Que humilhou o infiel mais arrogante
Que da Çíbia passará ao solo Hispano,

É de cuja derrota dependia a
fundação da nova Monarquia.
(...)
Também, oh vós da Lusa Monarquia
Delícias Altas! Vós príncipe amavél,
Que da vossa Nação sendo a alegria,
(...)
E do meu canto sublimado
Aquele Heroí, que um scetro glorioso
Transmitio aos Heroes, de quem herdado
Tendes o nome e o sangue generoso:
Que humilhou o Hespanhol, e o Mouro ousado;
E que de honra, e de glória ambicioso,
Fez que a Lusa Nação a frente erguesse
Entre as outras Nações, que Rei tivesse,
(...)


António José Osorio Piña Leitão.