Sunday, 21 February 2010

Dear Fellow Monarchists,


First of all, I am an American, born and raised in a country with republican roots. Strange as it might seem; I happen to be a devout supporter of monarchies which for an American is quite a unique record breaker, especially for someone who is born in the southwestern United States. Portugal has a wonderful history and I am a happy supporter for HRH Duarte Pio! Like monarchists in Portugal, I hope for Portugal to have a constitutional monarchy with the crown as the symbol of the nation, its people, culture, traditions, and most of all democracy. It is possible that it could happen with the example of the Iberian neighbor to Portugal’s east, Spain. Like Spain, Portugal has a maritime history too. She has colonized the Americas and started trade with the East Indies; the first European missionaries in India were Portuguese on the colony of Goa. Among many things, Portugal under her kings has developed a world of art, discovery, spreading of faith to other lands as well as in the country itself.I am willing to support Duarte Pio; he is a great champion for progress for Portugal. He would be a great king of a democratic Portugal. I desire that one day he would be a father of the nation of the newly restored kingdom and that hope will be born under his reign as constitutional monarch. In order for that to happen, one must be willing to act! The republicans acted with their desires to get what they wanted, now it is time to act. I am willing to help the cause by rallying Portuguese monarchists in the USA. I feel with contacts in my area or in proximity in my area, I could build a base to help spread the word. I ask fellow monarchists to help me on my quest to find supporters of Dom Duarte Pio in the southwest USA. Please spread the news about me and once I get an organized base, I shall be able to help.


Sincerely,


Morgan Hinton

Monday, 11 January 2010

Moody's ameaça cortar rating
se Portugal não tomar medidas
"credíveis" contra o défice


A Moody's poderá cortar o rating de Portugal caso o Governo não implemente
medidas credíveis para controlar o défice orçamental, que deverá ter ultrapassado
os 8% do PIB em 2009, indicou um analista sénior da agência, citado pelo Financial Times.

"Se Portugal quer evitar uma redução do rating, terá de tomar medidas significativas, credíveis, para ter o défice sob controlo", afirmou Anthony Thomas, analista sénior da agência de notação financeira, citado na edição de hoje do britânico Financial Times. Qualquer decisão sobre o rating da dívida pública portuguesa irá depender do tipo de medidas que o Governo tomará para melhorar as perspectivas sobre a consolidação orçamental e a respectiva taxa de crescimento da economia, explicou o mesmo analista. Um outro analista sénior de uma agência de rating, cujo nome não é revelado, afirmou que o país enfrenta um teste crucial quando o Parlamento discutir, ainda este mês, o Orçamento do Estado para 2010. "Este orçamento é muito importante para pessoas como nós", afirma o analista, citado pelo Financial Times. "Se o Governo apresentar medidas ambiciosas para reduzir o défice orçamental, isso irá ajudar a aliviar a pressão sobre o rating", acrescentou. O Orçamento do Estado para 2010 terá de chegar à Assembleia da República até ao dia 26 de Janeiro. Entretanto, o défice orçamental português deverá ultrapassar os 8% do Produto Interno Bruto (PIB), a dívida pública deverá chegar aos 132,5 mil milhões de euros, mais de 80% do PIB, e o crescimento estimado para a economia em 2010 aponta para um valor inferior a 1%. A Moody's piorou a perspectiva da dívida publica portuguesa de "estável" para "negativa" em Outubro de 2009, depois de a Fitch ter feito o mesmo, algo que a Standard & Poor's acabou por fazer também antes do final do ano. A perspectiva negativa poderá traduzir-se numa diminuição do rating da dívida pública portuguesa num período estimado entre 12 e 18 meses, tornando o financiamento do Estado no mercado internacional mais caro. Para financiar o défice orçamental, Portugal recorre a financiamento no mercado internacional através da emissão de dívida pública a curto (Bilhetes do Tesouro) e a longo prazo (Obrigações do Tesouro). Se o financiamento se agravar, não só será mais difícil conseguir obter esse financiamento, como será necessário pagar mais pelo mesmo dinheiro (mais juros por um mesmo valor emitido de dívida).

Lusa

Thursday, 7 January 2010

O Caminho que todos conhecem... A Solução que não querem ver



Todos sabem que Portugal tem de mudar o seu Regime Político.Todos sentem que a democracia está adulterada e cada vez mais reduzida no seu sentido.Todos conhecem as soluções de mudança, que são exigíveis, para recuperar a sociedade portuguesa.Que temos um peso da Administração pública insustentável, que teremos de privatizar os serviços.Que temos um sistema eleitoral, que beneficia a irresponsabilidade política e a mediocridade.Que temos um Regime, que é permissivo ao compadrio e à dependência dos interesses partidários, pessoais e dos interesses estrangeiros. Permissivo à corrupção e aos conluios dos interesses, que não garante a independência e autonomia dos poderes legislativo, governativo e judicial.Todos sabem que a crise não é apenas económica, mas uma crise de valores e da sociedade.Todos conhecem as soluções para o desenvolvimento económico, mas persiste-se em soluções insustentáveis.Comprometem-se gerações futuras, hipoteca-se um país, através de projectos grandiosos, que não temos condições nem de pagar, nem de beneficiar ou usufruir.Todos sabem que nenhum país sobreviverá, apenas com projectos de investimento públicos.Que nenhuma retoma económica e social será possível, apenas com uma politica de fomento de serviços, sem uma actividade produtiva dinâmica.Todos sabem que o estímulo empresarial individual, é a base essencial da recuperação, mas persiste-se no seu aniquilamento. Todos sabem que o ensino público é a garantia do nosso futuro, mas é precisamente aí que prolifera a maior das desgraças e o declínio da formação académica é uma triste realidade.Não está na falta de consciência dos políticos, o seu pecado. Pois todos conhecem a realidade e as consequências dos seus erros.O problema está em que esses políticos, apenas podem dizer e agir, de acordo com o que é fácil e á agradável de ouvir.Porque esses políticos são frágeis e apenas se conduzem pela suas carreiras e por consequência numa perspectiva de curto prazo.Porque esses políticos não pagam nunca a factura dos seus erros…nem da sua falta de coragem para encarara a realidade.Porque esses políticos são instrumentalizados e influenciados por grandes outros lobies estrangeiros.Porque não há uma cultura social de exigência, que os obrigue a seguir a premissa do Serviço Público.Não há essa cultura de exigência, porque ela não é conveniente.Todos sabemos isso e a isso somos permissivos.Um Presidente da República, dependente e reconhecido, pois foi eleito através de acordos partidários e a quem presentearam com um final de carreira política de prestígio, não tem assim nenhuma condição para fazer na sociedade este trabalho essencial e determinante, que é o de promover a exigência da sociedade civil, para com os que estão na política e no serviço público.Um Presidente da República, apenas tem de ser reconhecido para com aqueles que o homenagearam e nunca irá também pagar a factura dos seus erros.Preserva-se um sistema que não premeia o mérito na sociedade, nem o orgulho dos portugueses.A descrença está generalizada, não há motivação, cada um carpe mágoas e faz acusações, sem a ilusão da mudança possível.Como é possível então, que nem todos vejam o óbvio.Só com um Regime, em que o Chefe de Estado, não seja temporário ou provisório, que assuma o pagamento das facturas e com isso comprometa também seus filhos e toda a sua família, poderemos aspirar a que se volte a falar verdade.Só com um Chefe de Estado, que una todos no respeito pela nossa História e pela nossa Identidade como povo, poderemos aspirar a travar o caminho da dissolução.Só com um Chefe de Estado, que permanentemente enalteça as nossas potencialidades e os nossos desígnios de futuro, o poderemos construir.Só com um Chefe de Estado, livre de compromissos partidários e autónomo dos jogos e lutas político partidárias, poderemos aspirar à mudança e a que os políticos encarem com coragem e determinação a realidade.Tal como dizia Alexandre Herculano…podem correr agora com o Rei, mas um dia terão de voltar a chama-loTal como dizia Fernando Pessoa …é a Hora..


Jose Andrade


Sou um homem livre, de pensamento e atitudes, qualidade que não abdico, nem abdicarei.São as convicções, o amor e a consciência, que dita a minha postura e a minha opinião.Não há organização ou partido, capaz de me subjugar, de sufocar a minha palavra ou atitude.É nesta afinidade, com outros homens e mulheres livres, que me revejo na participação social ou nas lutas políticas.Por ser livre, sou monárquico, pois só um Rei poderá ser assim, livre também. Porque só um Chefe de Estado livre, me poderá ajudar nesta luta para permanecer livre, como gosto e quero continuar a ser.É assim na liberdade de cada um e de todos, que me revejo como monárquico.A liberdade, é o primeiro e o mais importante dos princípios monárquicos.Liberdade que implica o direito à diferenciação. O seu respeito e a sua defesa intransigente.Diferenciação de cada um de nós, diferenciação de cada família, de cada local, de cada região, de cada país e de uma Nação.A diferenciação de um povo, face aos demais, é a condição da sua liberdade…Da liberdade de cada um dos seus filhos.A diferenciação de um povo, é uma consequência da sua história.Como é nítida ainda hoje, esta diferenciação portuguesa, a identidade do seu povo, dos seus costumes, das suas tradições e da sua natureza.Identidade de um povo é a sua maior riqueza.Enaltecer a identidade é promover o orgulho de um povo e a recuperação da sua Alma.Preservar e enaltecer a identidade e salvaguardar a liberdade de cada um, é o mais nobre dos objectivos políticos.Este é assim o objectivo nobre, essencial e urgente, porque quero e preciso de lutar…A MonarquiaNão insistam mais em tentar dominar-me ou provocar a minha resignação.Só serei fiel a Portugal, porque amo o meu país, porque tenho um dever de reconhecimento pelo seu passado e tenho grande orgulho na sua gloriosa História.Nunca nenhuma organização ou partido, me poderá levar a secundarizar, ou a esquecer esta premissa, porque é uma premissa de reconhecimento, de orgulho próprio e de paixão.Organizações ou partidos, estão num outro plano da minha afirmação.Primeiro sou português e homem livre.Que se juntem os homens e mulheres, nesta afinidade.Sei que somos muitos e que muitos mais passaremos a ser…Se juntos afirmarmos na sociedade, esta postura de coerência, sairemos vencedores.Porque esta nossa afirmação, entusiasmará muitos mais.O nosso objectivo passará a ser credível e desejado.Seremos muitos a acreditar.Surgirá de novo esperança.Rejeitaremos em uníssono, todos os que nos querem amputar as raízes.Voltarão a respeitar-nos.Portugal voltará a ser grande. Porque os portugueses se uniram na sua paixão.Desígnios esquecidos, voltarão a preencher os nossos sonhos e o arrojo português voltará a fazer história.Nossos filhos, terão orgulho de nós.Portugal terá futuro.

José J. Lima Monteiro Andrade
PALHAÇO

de Mario Crespo

Palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem. O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro.. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas.. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.Ou nós, ou o palhaço.



Comentário :José Andrade :


Caro amigo Mário Crespo, o que nos acaba de relatar é toda uma descrição minuciosa da actuação do Palhaço. Obrigado por isso pelo detalhe com que descreveu a cena da sua apresentação do Circo. Porém a sua conclusão é em meu entender profundamente errada. Diz…ou nós ou o Palhaço.Vejamos então.O Palhaço cuja actuação descreve é apenas os Palhaço pobre.Quem o introduziu em cena foi o Palhaço rico.Quem fomentou as “palhaçadas”, que muito realisticamente descreve foi o Palhaço rico. Foi este que deu os motes e que introduziu o guião, que leva o Palhaço pobre a actuar para a plateia do Circo.A Plateia ri e aplaude.O circo em sessões contínuas, está sempre a abarrotar. Todos querem ver o Palhaço rico a apresentar e induzir o Palhaço pobre a actuar. Todos continuam a rir e a aplaudir o espectáculo,O Palhaço rico não faz rir, nem sabe sorrir, mas é ele que promove a actuação do Palhaço pobre.No final da actuação, Palhaço rico e Palhaço pobre, tocam em conjunto, cada um com seu instrumento, a mesma música, para gáudio da assistência.A sua conclusão, é assim um enorme equívoco.Pode-se substituir este Palhaço, que o Palhaço rico encontrará um substituto. Talvez não tão cómico, mas terá sempre de seguir o guião do Palhaço rico.Pode-se substituir o Palhaço Rico, mas este Circo não dispensará estas cenas, destes Palhaços e a plateia até gosta disto…Ri e aplaude, porque não paga o bilhete para ir ao Circo.Porque o Circo anuncia por todo o lado, numa campanha muito sonora, que é divertido e é de graça.Não…não é, ou nós ou Palhaço pobre.Nem sequer é a substituição do Palhaço rico.É, ou nós ou este Circo.



Jose Andrade
O Ano da Transição




O ano de 2010 será um marco importante e diria mesmo decisivo, para os monárquicos.
Ano de centenário da implantação da Republica, só poderá ser também, da afirmação dos monárquicos. Ano de grande responsabilidade para os convictos e conscientes. Ano também por tudo isso, de oportunidade. A grave crise económica e social, que não é importada, é sim, uma crise grave do regime político em que se foi afundando esta 3ª Republica. Uma crise de valores e de qualidade na participação política, que decorre da permissividade do actual regime. Uma crise do interesse e da motivação dos portugueses, que leva já muitos à resignação e à revolta. Uma crise do respeito do Estado e da Administração Pública, pelos portugueses. Uma crise da verdade, pois a mentira impera. O desemprego e a pobreza progridem. Apontam-se caminhos insustentáveis. Os nossos filhos e os nossos netos estão a ser comprometidos com esta crise, que é uma consequência da mentira, a que obriga o regime. Não há uma visão patriótica, nem afectiva sequer, para com os nossos filhos. Perdeu-se a dignidade humana, que foi arrastada pela ilusão, de uma vida colectiva acima das possibilidades. A República não tem dentro de si, já a capacidade de regeneração. Os partidos dominantes são meros clubes de interesses e perderam a sua identidade ideológica. Estão fixos nos pequenos problemas domésticos ou internos e estão comprometidos com a visão dos interesses particulares dos privilégios dos seus dirigentes. Não há uma proposta consistente que nos aponte um desígnio colectivo, unificador e motivador. Como se não houvesse alternativa ao pedir da esmola. A Alma portuguesa está acabrunhada, ela só pode ser recuperada através da esperança colectiva. Sem Alma um povo vegeta, abdica e acabará por sucumbir. Portugal tem uma História e os portugueses um orgulho próprio, a que há que responder. A doutrina e o objectivo monárquico são a resposta. Que pode recuperar a dignidade de um povo, e apontar os novos desígnios nacionais. A monarquia é também a única alternativa possível, que garantirá a democracia e as liberdades e direitos individuais e das famílias. Todas as outras alternativas serão inibições severas às conquistas, que originaram o sonho da liberdade. Portugal tem enormes potencialidades de futuro. Tem inúmeros projectos que nos assegurarão a continuidade da nossa independência e soberania e que nos trarão a riqueza. Cinco milhões de portugueses estão espalhados pelo Mundo. A sua afectividade, o seu patriotismo, poderia ser o instrumento motivador, para o investimento das suas poupanças em projectos de desenvolvimento económico em Portugal. É no mar e na exploração marítima que estão as reservas e as oportunidades do futuro. Portugal é o maior país da Europa, pois é aquele que tem a maior Plataforma Continental Marítima. Podemos ser autónomos em energia, se aproveitarmos o metano submerso e a energia das ondas do Atlântico. Mas muito mais nos pode proporcionar o mar, desde que nele queiramos apostar e nele investir. A Lusofonia representa um enorme potencial de afirmação portuguesa e uma infinita oportunidade de riqueza. Estamos fixos e condicionados pela exclusiva perspectiva Europeia. A nossa participação na União Europeia em nada colide com o facto de termos outros caminhos e avançarmos para outras oportunidades. Tem sido mais fácil, pedir a esmola e construir com o cimento armado, que os outros nos vendem, para manter as suas empresas a funcionar. Foi útil, mas é hoje, manifestamente insuficiente. É preciso recuperar Portugal. A Alma, a confiança e o entusiasmo do seu povo. Só com um Chefe de Estado, símbolo da história, independente dos interesses e livre dos compromissos partidários, se poderá voltar a olhar para outros projectos e assumi-los como desígnios nacionais. É preciso recuperar que uma Nação, não é uma noção do passado, mas sim uma oportunidade de afirmação e de riqueza de futuro. Isto é uma tarefa, que só um Rei pode fazer. A doutrina monárquica tem hoje esta oportunidade de afirmação. Portugal precisa da doutrina monárquica, como instrumento da sua própria salvação. A Monarquia é a solução de mudança, pacífica e que preservará a liberdade. O ano de 2010, será historicamente o momento em que os portugueses entenderam a sua mensagem regeneradora, ou aquele em que se deixaram afundar na ilusão. É sobretudo dos monárquicos e das suas organizações que dependerá, essa definição, para registo histórico futuro. Por Portugal, pela Transição para a Monarquia.

José J. Lima Monteiro Andrade
ACREDITAR








Que Portugal se restaure e reencontre de novo com a sua História

A MonarquiaQue se abra a porta da esperança ao Povo Português


Que se enalteçam os sucessos de um Povo Nobre e de uma História gloriosa


Que se trave o caminho da dissolvência de um Nação


Que se olhe por um Povo que tem uma impar Identidade


Que se enalteça e se valorize a Alma Portuguesa


Que se volte a Acreditar


Que volte a generosidade e o espírito heróico, o patriotismo


Que se volte a olhar para Mar, passado e futuro


Que se volte a cuidar do Império, a Lusofonia


Que a Europa seja a liberdade e não a prisão


Que a critica dê lugar à afirmaçãoPortugal foi e será Grande


Se portugueses ainda houver


Tantos desígnios e tantas potencialidades


Tanta mentira e subjugação


Tantos interesses e tanta mesquinhez


Que nos vendam os olhos e são razão da traiçãoAcreditar, é preciso voltar a Acreditar


Não somos pequenos, somos Grandes


A mentira não é um valor, não pode perdurar, não pode persistir


Valor é e será, a nobre diferenciação, do nobre povo português


Valor é e será a língua portuguesa, a cultura portuguesa


O espírito português…a Identidade


A oportunidade está na afirmação, na confiança, na determinação


Restaurar é Acreditar, no povo e na História


A nostalgia é um sonho nebuloso, é preciso


Acreditar no sonho


Patriotismo e Responsabilidade não é esperar ou apenas ter esperança


É Acreditar e ter Convicção…é agir e lutar


É intervir e resistir, com coerência e credibilidade


É abrir a porta da oportunidade


Á atitude tem de se associar a mensagem motivadora


Credível porque realizável, oportuna e desejada


Que se mobilizem os sentimentos de um povo ansioso


Descrente e até resignadoEste grito de esperança, não pode ter sinais de acomodação


Este grito tem de ser dado, pelo herdeiro da história e dos valores


Então todos responderemos com o entusiasmo recuperado


Que seja esse grito de esperança rapidamente ouvido


Não é possível esperar mais


A história já não é ensinada, o orgulho já não enaltecido


Este é o momento de salvar Portugal


Adiar ou esperar é cada vez mais traição


Não é isso que esperam de nós, nossos filhos e nossos netos


Eles também têm direito, de sentir orgulho de serem portugueses


É preciso Acreditar, no povo português


Em novos desígnios e oportunidades


Portugal é grande e rico, por isso o querem dissolver


As ideologias que se mantenham e governem


Que se trave a ideologia da extinção de uma Nação


Que se mobilize o patriotismo salvador


Pela única mensagem possível, de unificação do povo


O Reino de Portugal

José J. Lima Monteiro Andradre

Tuesday, 1 December 2009

Mensagem de S. A. R o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança

MENSAGEM 2009
D. Duarte Pio de Bragança




Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei emnumerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o ColégioMilitar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!
30 de Novembro de 2009

Monday, 30 November 2009

Aclamação de D. João IV


Naquela manhã de 1 de Dezembro, muito cedo, dirigiram-se os fidalgos e os seus criados, todos bem armados, ao Paço da Ribeira, aonde rompendo por ele dentro, entraram nos aposentos da princesa regente, a vice-rainha Margarida Gonzaga, duquesa viúva de Mântua, prima do rei Habsburgo, que facilmente dominaram, passando a procurar então a Miguel de Vasconcelos, o português traidor secretário de Estado, aliado do valido castelhano Olivares no seu recente projecto de anexação de Portugal e outros reinos a Castela, no quadro de uma centralização à francesa, inspirada no modelo de Richelieu, que desejava aplicar à multifacetada monarquia hispânica filipina em bloco.
D. João IV chegou a Lisboa na noite de 6 de Dezembro. Nos dias seguintes houve festejos, procissões e iluminações públicas. Enquanto se preparava a cerimónia da aclamação, o rei ocupava-se a nomear embaixadores, que deveriam partir a fim de que os países estrangeiros reconhecessem a alteração dinástica em Portugal, e generais, que deviam encarregar-se da defesa das fronteiras e dos portos.
Em 15 de Dezembro de 1640, D. JOÃO IV foi finalmente aclamado Rei de Portugal. A cerimónia decorreu num grande teatro de madeira armada, revestido de preciosos panejamentos, contíguo à engalanada varanda do Paço da Ribeira, e com ela comunicante. Varanda pela qual saíu o novo rei em complicado e demorado cerimonial hierárquico para o Terreiro defronte aonde, diante da Nobreza, do Clero e do Povo de Portugal, jurou manter, respeitar, e fazer cumprir os tradicionais foros, liberdades e garantias dos Portugueses, violados pelo seu antecessor estrangeiro.

In Wikipédia
Guerra da Restauração


Em 12 de Outubro, em casa de D. Antão de Almada, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.
No dia 1 de Dezembro de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração da Casa de Bragança no trono de Portugal.
Finalmente, um sentimento profundo de autonomia estava a crescer e foi consumado na revolta de 1640, na qual um grupo de conspiradores da nobreza aclamou o duque de Bragança como Rei de Portugal, com o título de D. João IV (1640-1656), dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.
O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas, assinando o tratado de paz definitivo em 1668. Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe (1641-1654), restabelecendo o poder atlântico português. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.
In Wikipédia

Wednesday, 18 November 2009

O Movimento de Restauração da Monarquia



A Instituição Casa Real e o seu Chefe D. Duarte Pio de Bragança, ao terem condições de exercício das suas funções, criam uma dinâmica da restauração.O Movimento unificador surgirá, com um objectivo político, sustentado pela credibilidade de um discurso, da presença activa na sociedade da Família Real, em sintonia com o crescente sentimento monárquico popular.O Movimento de Restauração, não é assim nenhuma estrutura orgânica em particular, mas essencialmente uma crescente onda de motivação monárquica.A Instituição Casa Real motiva, a população responde e organiza-se.A Instituição Casa Real, não pode impor, nem privilegiar essas diferentes formas de organização, da resposta popular.A Instituição Casa Real, responde à adesão, às novas motivações e ansiedades. Unifica e coordena.O Movimento de Restauração, não é assim nenhuma estrutura única, nenhuma organização pré-concebida, mas o somatório das respostas da sociedade civil, à atitude e à mensagem política da Instituição Casa Real.O Movimento de Restauração, não dispensa nenhuma Organização existente, nem nenhuma das que venham a surgir.Estas Organizações são os instrumentos da mobilização e da acção.Como outros instrumentos terão de ser criados ou utilizados, como Jornais, Internet, Televisão e Rádio…A Unificação do discurso, da estratégia, da acção, da atitude e até da mentalidade, é tarefa exclusiva da Instituição Casa Real.Os únicos Porta-vozes do Movimento de Restauração, são aqueles que merecem a confiança e a delegação dessa responsabilidade, do Chefe da Casa Real.Todas as Mensagens, toda a Imagem, é uma consequência da responsabilidade exclusiva da Instituição Casa Real.Como o Movimento de Restauração, não é nenhuma estrutura orgânica, ele permite e estimula, uma enorme variedade de outras formas de participação e afirmação monárquica. Ou seja, a indispensável afirmação generalizada, que viabilizará o seu objectivo.Assim a Causa Real e as Reais Associações serão reconhecidas pelo seu trabalho no passado e continuarão a ter uma importância decisiva no futuro. Assim, os outros Movimentos se sentirão motivados porque encontrarão eco, na sua determinação. Temos todos de assumir, que é pela generalizada motivação, que o objectivo da restauração poderá ser viabilizado.Por isso novos Movimentos ou Núcleos, formais ou informais, pequenos ou grandes, sectoriais ou profissionais, regionais ou locais, terão de ser enquadrados e estimulados.A Unidade, é garantida pelo objectivo, pelo discurso único, pela estratégia, pelo dinamismo, pela convicção no ideal, pelo reconhecimento da Instituição Real.A Instituição Casa Real, tem assim de ser construída numa perspectiva mais abrangente do que a já de si complexa função de permitir e apoiar a função da Família Real. Ela terá de ser pensada e funcionalmente instituída, como a entidade unificadora e coordenadora de todo o Movimento de Restauração.Que esta proposta seja ponderada, discutida ou criticada…não é apenas um desejo de um convicto monárquico é uma expressão de uma profunda ansiedade, de quem tem a experiência de uma vida de luta política e social.

José J. Lima Monteiro Andrade

Monday, 16 November 2009

A controvérsia do Referendo ou uma Estratégia consistente.

Tem sido um argumento Monárquico : A República nem sequer aceita um Referendo, este é um défice Democrático do actual Regime.Argumento sem qualquer consistência e que coloca os Monárquicos numa situação de fragilidade de coerência ideológica e de ingenuidade política, que não contribui minimamente para a credibilização indispensável do seu ideal.Sem consistência : Qualquer regime tem de se auto-preservar. Caso contrário a sua Constituição é permissiva à total instabilidade, o que a ninguém de bom senso pode desejar. Tomemos como exemplo o mais favorável aos Monárquicos. Haveria um Referendo em que maioritariamente a votação daria a sua vitória. O Rei seria Aclamado, uma nova Constituição seria feita. O novo Reino ou Regime Monárquico, das duas uma, ou mantinha a permissividade ao Referendo para manter a coerência que permitiu a sua constituição ou inibia novos Referendos e abandonava a sua coerência. Para manter a coerência teria de ficar permissivo a novos referendos e originar a total instabilidade ou seja a alternância entre Monarquia e Republica. Não creio que isto seja aceitável. Se a nova Constituição voltasse a impedir novos Referendos então tudo não tinha sido mais que uma enorme mentira e teríamos não um Reino credível, nem um Rei aceitável, porque era um mentiroso.A Coerência ideológica : -Um Reino é uma herança histórica de um povo. O Rei a sua expressão viva. Uma herança não deve levar-se a votos, deveremos cuidar dela com honra, orgulho e dedicação. Por isso não entendo como podem ser os Monárquicos a propor tal via para a restauração do Regime Monárquico.- A República tem como princípio essencial, ser o Regime maioritariamente escolhido pela população. Ou seja o seu princípio básico, a sua razão de ser, é “Legitimidade democrática”. Caso contrário passa a ser uma ditadura, mesmo que se continue a apelidar de republicana. Uma República só é legítima, segundo os seus próprios princípios, enquanto for periódica e expressamente a vontade da maioria do eleitorado. Deixará por consequência de o ser se a maioria do eleitorado não votar numas eleições Presidenciais. Nenhum Presidente da República pode assumir a sua legitimidade, se houver uma abstenção superior a 50% do eleitorado. Se este Presidente assumir como válida e legal a sua votação, ele assume a sua vocação de ditador.A ingenuidade política: A 3ª Republica fixou-se na dominância de apenas alguns partidos, que se preservam numa Oligarquia, que está perfeitamente consolidada Constitucionalmente. Qualquer modificação, de qualquer alínea da Constituição, terá de ter o apoio de pelo menos 2/3 dos deputados destes partidos. Acreditar que estes partidos dominantes, aceitem mudar o princípio que preserva o Regime, de que são os exclusivos protagonistas é uma ingenuidade inócua e que origina a total descredibilização dos monárquicos aos olhos do povo, dos partidos e dos juristas ou constitucionalistas. Acreditar que os Monárquicos irão dominar esses partidos, de forma a alterar as suas posturas, é uma ingenuidade ainda maior. O risco do Referendo: Se um referendo não for favorável aos Monárquicos, passarão estes a considerar irremediavelmente perdido o Reino e o Regime Monárquico? Esta questão é particularmente importante colocar aos Monárquicos coerentes. Será para eles aceitável correr tal risco? Aceitam colocar a herança histórica nesta posição de risco e de fragilidade? Em nome de quem? Do Povo que mantém o sentimento monárquico? E qual a alternativa que restará a esse povo que manterá esse sentimento monárquico? Porque entendem os Monárquicos, que podem defender uma tese, que poderá nunca vir a ser aceite pelo povo? Talvez porque se esquecem, que a herança não é das elites, mas sim de toda uma população e não apenas dos que vivem no território, mas também de todos os outros, que estão espalhados pelo mundo fora.Então qual a alternativa de via para restaurar a Monarquia? Qual a estratégia?Esta é a resposta que falta consensualizar, para dar consistência e credibilidade ao Movimento Monárquico português.Duas teses já foram colocadas à consideração…mas parece que ninguém as quer considerar. Também é preciso perguntar… porquê?A primeira pelo Dr. Manuel Abranches do Soveral, no seu manifesto Monarquia do século XXI, que estranhamente não foi generalizadamente divulgada pelas Organizações Monárquicas e ao que sei apenas o IDP a publicou.A segunda por mim próprio, porque considero a tese do Dr. Manuel Abranches um extraordinário exercício de lógica de raciocínio, aproveitável em muitas das suas bases, premissas e propostas, mas com o senão de se me apresentar como uma utopia. Esta minha tese, é apenas a síntese da coerência, dos princípios monárquicos e republicanos, associada á dinâmica actual das circunstâncias políticas favoráveis e ainda á premissa de nunca pôr em risco o Reino de Portugal e a possibilidade de restaurar a Monarquia:- Aos Monárquicos não compete porque não é um seu princípio, defender o referendo, nunca o deverão fazer, mesmo que seja o regime republicano a propô-lo em desespero de causa.- Aos Monárquicos compete assumirem-se como uma oposição ao Regime republicano, de uma forma forte, dinâmica, activa e consistente no discurso e nos actos. A coerência e a consistência dos Monárquicos organizados como força de oposição á República é essencial, de forma a nunca caírem na especulação da crítica republicana, de que estão a agir de uma forma que põe em causa os interesses nacionais e o prestigio como país, muito menos em atitudes e acções.- Esta capacidade organizativa é a prioridade entre todas e de grande urgência. A actual estrutura da Causa Monárquica e reais Associações, não tem esta postura e afirmam-se exclusivamente numa acomodação, que urge alterar ou substituir.- Os Monárquicos precisam urgentemente de se consensualizar sobre a forma de alcançar o seu objectivo e depois motivar pela acção e divulgação, o sentimento popular e liderar a unificação de todas as ansiedades.- A consensualização da forma de alcançar o objectivo, só pode ter em consideração a actual dinâmica política e contribuindo para que ela seja favorável, ainda mais. É acentuando a dinâmica da Ilegitimidade da República. Ela está já totalmente dependente do voto dos Monárquicos. Se os Monárquicos quiserem e assumirem que têm capacidade organizativa e suficiente consistência para assegurar a fase seguinte, podem levar a que nas próximas eleições presidenciais, a Republica passe a ser um Regime não legítimo. Basta fazer contas simples e uma projecção, com uma base científica rigorosa.O Objectivo político do Movimento Monárquico só pode ser o de criar uma dinâmica de oposição, respondendo a todo o actual descontentamento e servindo como seu pólo aglutinador, ao nível superior do Estado e não partidário, como mensagem de esperança, que leve ao abstencionismo, nas próximas eleições Presidenciais. Alcançado a Ilegitimidade da Republica, ou entraremos numa nova Ditadura ou será a própria República, através dos seus partidos dominantes, a alterarem a preceito constitucional e a proporem ao então já forte Movimento Monárquico,, o referendo. Este referendo será a forma desesperada como a República se tentará preservar, mas nunca proposto pelos Monárquicos.A tese do referendo sobre o regime, é uma tese Republicana, que irá acontecer no momento próximo, a seguir às eleições Presidenciais, se os Monárquicos quiserem e se organizarem.A tese do referendo, sempre se me apresentou, como uma desculpa dos Monárquicos para a sua acomodação. Mas hoje o momento histórico não é para os acomodados, essa elite que está acomodada não pode mais liderar a esperança, porque tem de responder ao anseio de mudança, da maioria do povo português. Foi o povo que contra todos os estrangeirismos preservou a sua identidade, os bons costumes e as tradições. É com ele e não com elites acomodadas, que teremos de contar.Resta a questão mais difícil. Tudo isto tem de ter uma Liderança. O herdeiro vivo do Reino de Portugal e da nossa honra e orgulho histórico, tem de nos dizer o que pensa. D. Duarte III, é indiscutivelmente o nosso Rei.É a ele que compete a palavra que todos seguiremos, ou acreditando ou resignando. Ele tem esta responsabilidade. Neste momento histórico, que é um momento de grande ansiedade de uma parte substancial dos portugueses, de aflição e desespero de muitos, é o momento de ouvir a palavra definitiva e essencial.
Almeirim, 29 de Agosto de 2009
José J. Lima Monteiro Andrade
5 de Outubro
Monárquicos desafiam República a um referendo








Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Casa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN - ainda antes da iniciativa - Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo - o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer "Eu quero um Rei". No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, "é política". No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: "Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português."
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que "só" quer trocar a palavra "República" dessa alínea constitucional pela palavra "democracia" - alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: "Fazer um referendo" à República - que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. "Eu sou monárquico e nunca votei no PPM", garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso - que diz ser o "primeiro passo" de uma luta que quer levar até ao fim - Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. "Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor."
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do "compromisso". "Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente", remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. "A República é um caminho adequado", diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? "São precisos dois terços dos deputados para a aprovar", recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções "surpreendentes". E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.

por David Dinis05 Outubro 2009,
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1381537

Friday, 13 November 2009

INSTITUIÇÂO CASA REAL
Nenhuma Instituição pode exercer a sua função sem ter as condições adequadas.A função da Casa Real Portuguesa é de uma transcendente importância política e patriótica no actual momento histórico.Essa importância, já seria indiscutível, mesmo sem o assumir do objectivo da restauração do Regime Monárquico, mas perante esse objectivo e a sua oportunidade de concretização, passa a determinante.A imagem que passa e que se generalizou, da Instituição Casa Real, é a da carência de condições.No debate monárquico, essa é a justificação, para a desmotivação, para a ausência de coordenação e para a inércia.Desta justificação, resulta uma penalização gravíssima, que recai sobre toda a Família Real e em especial sobre a personalidade de D. Duarte Pio de Bragança.Uma situação insustentável e lamentável.A sujeição da Família Real e de D. Duarte a esta imagem pública, resultado da ausência de condições, deveria ser a principal preocupação de todos os monárquicos.A carência e inconsistência orgânica da Instituição Casa Real, é uma prova da incoerência dos monárquicos portugueses e da sua descrença.Criar uma Instituição Casa Real, dota-la dos meios necessários, é assim a prioridade. A Família Real é a referência essencial para todas as famílias de um povo.A Família Real é a referência essencial para os valores a defender e a preservar.A Família Real é a referência essencial para os problemas que afligem e preocupam a sociedade.A Família Real é a referência para o nosso orgulho e para a nossa distinção.A família Real é a garantia da união de um povo e a referência da sua história.A Família Real é a garantia de unidade e dos desígnios no futuro.Não assumir toda esta importância é apenas e simplesmente, abdicar da sua função.A Família Real portuguesa não pode abdicar, porque Portugal precisa dela.Esta exigência monárquica e de muitos patriotas, mesmo não monárquicos, tem de ser ouvida, tem de ser resolvida.D. Duarte, não pode mais sujeitar-se a ser uma figura insípida da nossa história, mas compete aos monárquicos e às suas Organizações, oferecerem-lhe as condições indispensáveis para que a sua vocação, a sua obrigação, a sua vontade, se possa exprimir.Portugal precisa de D. Duarte, precisa de D. Afonso seu filho e todos os portugueses precisam deles.Ser monárquico não é aplaudir ou bajular, é uma afirmação na sociedade, uma postura permanente. Esta também é uma exigência essencial, que deverá generalizada como mentalidade monárquica.O serviço público da Família Real, é um acto político, que tem de ser entendido, como a mais importante das acções permanentes da sociedade portuguesa.A Família Real está impedida de exercer este serviço público.A imagem de D. Duarte foi enormemente desgastada pela ausência das suas condições para o exercício das suas funções históricas e políticas.Não sabemos, não é dada nenhuma indicação, sobre a formação e educação do Príncipe das Beiras, seu herdeiro. A educação e formação de um Príncipe é uma questão de Estado prioritária nas monarquias e deveria em Portugal, ser uma questão prioritária da preocupação monárquica.Um Príncipe é uma figura pública, desde o dia que nasce. A sua educação não é uma matéria exclusiva de seus pais, mas sim da Instituição Casa Real e de toda a população.Um Príncipe Moderno, simpático, culto, mundano, desportista, interessado e participativo, nos fenómenos sociais relevantes é um objectivo e esperança essencial.A juventude portuguesa precisa de uma referência assim…Tudo isto é função da Instituição Casa Real.

Almeirim, Novembro de 2009-11-13
José Andrade

Sunday, 8 November 2009

velocidade máxima,
segurança máxima


Você sabe o que a NASA e a ESA (Agência Espacial Europeia) fazem para evitar situações críticas nos seus sistemas informáticos? E o que o metro de Londres ou os Caminhos de Ferro da Holanda, Noruega, Finlândia e da Dinamarca fazem quando querem software de gestão ferroviária?
Eles vão para as empresas Portuguesas.
A Critical Software é uma referência mundial no desenvolvimento de sistemas de informação críticos. Enquanto isso, a SISCOG continua a atrair no mundo clientes mais exigentes.
Cientista portuguesa descobre transístorde papel e electrónica transparente



Elvira Fortunato, cientista portuguesa de micro-electrónica, e a sua equipa de investigadores do Centro de Investigação de Materiais (Cenimat) – da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa– desenvolveram, pela primeira vez em todo o mundo, um dispositivo electrónico, à escala nanométrica, integrado numa camada de papel. O invento, a que chamaram "transístor de papel", valeu-lhes prémios, atestados de sucesso de laboratórios de referência em todo o mundo e um louvor por unanimidade na Assembleia da República.Muitas poderão ser as aplicações desta invenção, como o desenvolvimento de papel "inteligente", aplicações médicas, chips de identificação e até ecrãs de papel. "O transístor é a unidade de base para fazer qualquer cosia", explica Elvira Fortunato.Uma outra experiência bem sucedida do grupo aconteceu com um vidro transparente. Através de um LED (uma lâmpada electrónica), instalado numa superfície de vidro, foi possível acender novamente uma luz com recurso a uma bateria, sem fios ou interruptor."Podemos falar de electrónica transparente, os vidros estão cheios de circuitos integrados e não os vemos", segundo a investigadora. É o primeiro passo para criar janelas com imagens que podem mudar sucessivamente, mas que continuam a ser janelas, isto é, a deixar passar a luz.Trata-se de uma "electrónica reciclável" (pois o mesmo material usado numa folha de papel pode ser novamente usado numa outra folha), mais barata e mais “amiga” do ambiente, rivalizando com as mais avançadas tecnologias actuais.




Em No Feminino no Negócios,

Wednesday, 28 October 2009

Respeito pelas Bandeiras


O elogio
aos Monárquicos convictos



e Carlos Canelas, entendemos lançar juntos, uma Petição aqui no Facebook. “ Real Presença de D. Duarte e seu filho D. Afonso, no jogo da Selecção Nacional, no dia 14 de Novembro, no estádio da Luz”Pensávamos que todos os monárquicos corresponderiam com naturalidade e com entusiasmo a esta Petição, que pela sua lógica, deveria ir de encontro à vontade de todos.Pensávamos que estávamos a dar um contributo positivo.Foi porém espantosa e surpreendente a reacção de muitos monárquicos sobretudo de alguns que ocupam posições de relevo e de responsabilidade.Surgiu então uma verdadeira campanha, na tentativa de travar a adesão monárquica a esta iniciativa.Os argumentos eram lamentáveis… e sobretudo ridículos.Não podemos assistir a um jogo de uma selecção que se veste de verde e encarnadoA selecção é republicanaO futebol é o ópio do povo, uma forma de alienação e D. Duarte não pode patrocinar isso.É uma inconsciência colocar a segurança de D. Duarte em risco.Os monárquicos ainda não perceberam, em particular os que assumem papeis de relevo e de responsabilidade, que ao transmitir publicamente esta imagem, estão a transmiti-la também para D. Duarte de quem se dizem apoiantes e também a colocar-nos a todos nós no mesmo cesto podre.Não perceberam que há um ditado popular, que ninguém contesta, porque existe essa Sabedoria impar no povo português…” Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és “Por isso muitos não aderem porque têm uma outra mentalidade, uma outra postura de compreensão da sociedade moderna, uma outra capacidade de compreensão para com o Povo português e para com as suas ansiedades e problemas.O futebol não é hoje o ópio do Povo, é uma das poucas alternativas de motivação e de expressão da paixão. A Selecção Portuguesa é a de todos nós portugueses e foi a mais recente motivação para a expressão do sentimento patriótico português.A bandeira verde e encarnada, é muito mais que um símbolo da República, e as minhas preferências estéticas ou de simbolismo, não podem levar a que eu me esqueça que há milhões de portugueses, que sob ela e a ela, juraram fidelidade e que há muitos que por ela morreram. Se queremos que respeitem os nossos simbolismos, teremos de respeitar sempre outros que ultrapassam em muito o mero Regime actual. Tentei compreender a razão pela qual as páginas monárquicas do facebook não aderiram á iniciativa…sempre a mesma postura… a ideia não foi nossa, portanto quem a teve que a divulgue e apoie. Um erro de atitude, muito típico, que por isso mesmo, não levo a mal, apenas lamento. Uma consequência de uma mentalidade que rejeito, porque não me identifico com ela, mas que sobre a qual nada posso fazer.Cheguei a ser acusado de inconsciente por uma Organização. Que Organização mais inconsciente e inconsistente…Enquanto a generosidade de cada um de nós e de todas as Organizações Monárquicas, não for a regra, nunca haverá a Unidade e muito menos a generalizada motivação.Tive toda uma trabalheira a responder em público, através de comentários e por mails a toda esta lamentável campanha de desmobilização. Não me interessa saber, muito menos acusar, se ela foi orquestrada por algum grupo, por alguma organização. Existiu e foi muito triste assistir à sua expressão pública. Um exemplo da mediocridade e de outras adjectivações de que nem sequer quero exprimir.Nesta tentativa de resposta acabei por deparar com um testemunho público de elevado significado patriótico e monárquico.Hélio Loureiro, fazia este sublime comentário…Sou Chefe de Cozinha da Selecção Portuguesa de Futebol á 12 anos. Eu como o meu querido colega que sempre me acompanha com a selecção, somos e seremos Monárquicos, existem muitos e bons monárquicos dentro da equipe das Quinas e não é a cor da bandeira que nos faz correr, mas antes o símbolo que no meio está e que são as armas da sereníssima Casa de Bragança e de que, D. Duarte é o legítimo Chefe.Com muita amizade e viva a Selecção Portuguesa de Futebol, viva o ReiFoi então que recebi um telefonema de José Tomaz Melo Breyner. Ele tinha tido a consciência, como nobre monárquico que é, do que estava em causa e informara D. Duarte sobre a Petição, que pretendia a sua presença. D. Duarte de imediato achou excelente a ideia e manifestou logo toda a disponibilidade e interesse em estar presente.


Obrigado José Tomaz. Obrigado pela atitude e pelo exemplo.

José Andrade

Monday, 26 October 2009

Prefira Produtos Portugueses